
Meu dia na sexta dia 30 de maio foi normal, corrido, mas normal. Fiz algumas coisas particulares, fui ensaiar, assisti a peça Parem de falar mal da rotina com a Elisa Lucinda. Num todo gostei da peça. Ela tava dodóizinha, com uma baita gripe, mas fez e olha que ela aguenta duas horas no palco, arraso. Bem depois voltei no X que iria discotecar, fui embora cedo as 3h da manhã pois iria trabalhar, e o a van iria sair teoricamente as 4h. Sonho meu, não conseguiu, quebrou, travou sei lá o que.Bem fomos sair quase as seis da manhã. Chegamos uma correria.
A casa era linda, de muito bom gosto. Porque ter dinheiro não é sinônimo de bom gosto. Mas era frutinha o noivo, só a mãe não percebe. Advogado, esse meio é muito preconceituoso, a maioria casa para não perder seu emprego. Hummmm préconceitos.
Bem a festa acabou, as empregadas eram umas vacas disgraçadas, e o Clay, levou Viuva para a gente. eheheh.
Fomos felizes e contentes, bebendo e eu discotecando dentro da van. KKKKKKKKK. Essa foi o máximo até ele descobrir que tinha feito o caminho inverso. E lá estavamos perdidos outra vez.
Ai que gente burra, Dá uma bússola ,um gps, qqr bosta pra essa pessoa se orientar.
Até que chegamos em São Paulo e fomos para nossa casinha, quer dizer eu to meio sem teto últimamente, eu fui pra casa de Clayton, e ainda tinha vinho e Champagne. Uh lá lá.
Mas essa hisatória eu conto depois, que a minha irmã quer dormir.
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